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Para cada momento,
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Teoria Literária - Parte 2
"Identificando o Poema",
por Alexandre Tambelli
Radio A Voz da poesia

*** A Voz da Poesia já cadastrou 13.375 obras de 167 poetas. Adicionado: AFONSO ESTEBANEZ ***


► Empresário de MG guarda mais de 200 cartas de Drummond

Um empresário que mora na cidade de Lavras (MG) guarda um grande acervo de cartas de Carlos Drummond de Andrade. Eduardo Cicarelli conta que adquiriu o material, que contém fotos e correspondências escritas entre 1925 e 1948, de um parente de Drummond, há mais de 20 anos, durante uma visita ao Rio de Janeiro.

No acervo, há textos que evidenciam o carinho pelos pais e relatos políticos. Cicarelli afirma que, posteriormente, soube que a senhora que lhe vendeu as cartas seria a cunhada de Drummond, Ita, que herdou-as de Julieta Augusta, a mãe do poeta.

Ele diz não se lembrar de quanto pagou: “Na época, a moeda era o cruzeiro, e acho que dava para comprar um carro zero”. Uma avaliação feita este ano estipulou o valor em pelo menos R$ 21 mil.

O acervo contém mais de 200 correspondências, muitas destinadas à mãe. Muitos papéis têm o timbre do Ministério da Educação e Saúde, onde trabalhou por anos. Todos estão amarelados, e o cheiro de naftalina é constante, mas continuam legíveis. Neles, o poeta mineiro deixa claro o amor à mãe: “Não tenho lhe escrito ultimamente... Mas nem por isso eu esqueço da senhora e lhe consagro sempre um pensamento carinhoso”.

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► SEMEADORES DE LIVROS

Em 08/09/2013:

A Voz da Poesia acrescentou a seção LIVROS em sua barra de opções. Cuida-se, na verdade, do projeto de sementeira anônima de livros pelas ruas, ao qual chamamos SEMEADORES DE LIVROS.

Com essa novidade tornou-se possível cadastrar obras no site para efeito de preservar as narrativas dos usuários que as tiveram um dia. Uma página é impressa e colada na parte interna da capa ou contracapa desses livros, sendo indicado um link por meio do qual poderão ser agregados novos depoimentos ou resenhas. A obra é então deixada em local público de modo bem visível, para que outra pessoa a encontre.

Qualquer pessoa pode participar desse projeto também, acessando o link interno SEMEAR UM LIVRO, que a levará às ferramentas necessárias e impressão do seguinte texto padrão:

MEMÓRIAS DE PASSEIO DE UM LIVRO AMIGO


O livro que está segurando, num gesto de desprendimento do seu antigo dono, foi liberado a fazer novos amigos. Se gostou da sua leitura e pretende mantê-lo consigo, considero-o como um presente de origem desconhecida que chegou até você. Se preferir, contudo, depois de lê-lo seguir com o nosso projeto de semear livros, deixe-o à mostra noutro lugar público qualquer. O objetivo nosso é o de recriar a trajetória dessa obra que resolveu passear pelas ruas. Mas a memória dessas aventuras depende exclusivamente da sua participação! Dê voz às suas silenciosas páginas, nos dizendo se as acolheu apenas no coração ou também na sua estante. Você poderia nos relatar, de maneira anônima, como ocorreu o encontro com o livro, o que achou da experiência de leitura ou de simplesmente folheá-lo, em que local foi deixado ou qual destino lhe reservou? Querendo, use o celular para tirar também fotos desses momentos. Se tiver acesso à internet, vá até o seguinte endereço eletrônico e fique bem à vontade para fazer sua narrativa.

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► NOVO!

Adicionado à galeria de poetas:
AFONSO ESTEBANEZ

Afonso Estebanez

Conheça um pouco do poeta e de sua obra, clicando no link desta notícia.



► Aniversariantes de abril



Feliz aniversário aos poetas e escritores do mês de abril. Parabéns!

Vicente de Carvalho
Almada Negreiros
Lucilene Machado
Avany Morais
Angélica Villar
Abgar Renault
Antero de Quental
Augusto Schmidt
Anderson Christofoletti
Augusto dos Anjos
Conceição Di Castro
Nuno Júdice
Jessier Quirino

Acesse esta notícia para conhecer as respectivas datas de aniversário, e visite a página de cada um deles no site A Voz da Poesia, clicando no nome do poeta na próxima visualização.



► Emissora do MEC é finalista de prêmio educativo internacional


A TV Escola foi a única emissora brasileira selecionada como finalista do prêmio Japan 2013, um concurso internacional de conteúdos educativos que tem como objetivo contribuir para a melhoria da educação no mundo. O resultado final será divulgado em meados de outubro.

O trabalho escolhido como finalista no prêmio internacional é a animação 3D Morte e Vida Severina, que é a versão audiovisual do livro do poeta pernambucano João Cabral de Melo, publicado originalmente em 1956. Em preto e branco, o filme, idealizado pela Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e dirigido por Afonso Serpa, narra a dura caminhada de Severino, um retirante nordestino, que migra do sertão para o litoral pernambucano em busca de uma vida melhor. O livro de Cabral foi adaptado para os quadrinhos pelo cartunista Miguel Falcão.

Do total de 331 inscrições de 208 entidades de 57 países, 65 foram selecionados na categoria audiovisual e cinco na categoria televisão.

A TV Escola é um canal de televisão do Ministério da Educação que capacita, aperfeiçoa e atualiza educadores da rede pública desde 1996. Sua programação exibe, nas 24 horas diárias, séries e documentários estrangeiros e produções próprias. Os principais objetivos da TV Escola são o aperfeiçoamento e valorização dos professores da rede pública, o enriquecimento do processo de ensino-aprendizagem e a melhoria da qualidade do ensino.

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COMENTÁRIOS DOS VISITANTES


NOTÍCIAS PASSADAS

► MANOEL DE BARROS EMPOSSADO ACADÊMICO DA ACADEMIA SUL-MATO-GROSSENSE DE LETRAS

Manoel de Barros

Colar Acadêmico ASL Foto: ® Zé Enrique Guimarães

Aconteceu recentemente a celebração da posse oficial de Manoel de Barros como Acadêmico da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras - condição conferida por decisão/votação unânime da entidade. Em assembleia geral do sodalício, na tarde de 23/07, Manoel de Barros assumiu a titularidade da Cadeira nº 1 da ASL.

Na ocasião da posse, o ilustre poeta recebeu – da Diretoria da Academia – o Diploma e o tradicional Colar Acadêmico da ASL. Conforme pauta do especial evento, os acadêmicos Abílio de Barros, Henrique de Medeiros, Rubenio Marcelo e Reginaldo Alves de Araújo usaram a palavra enfatizando a representatividade da cerimônia. Os poetas/acadêmicos Henrique de Medeiros e Rubenio Marcelo saudaram em rápidas palavras o novo acadêmico, destacando as qualidades já por demais conhecidas do homenageado e a relevância do ato para a Academia e para a literatura estadual. O presidente da ASL, Reginaldo Alves de Araújo, efetivou o feito, diplomando e também saudando Manoel de Barros, que, visivelmente feliz, agradeceu a todos pela Cadeira que passa a ocupar.

Fonte da notícia: ASL

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► SUGESTÃO DE LEITURA


O secreto nome do sol é o oitavo livro de poemas de Alexandre Bonafim. Conforme palavras de Álvaro Alves de Faria, "“O secreto nome do sol” é, antes de tudo, uma declaração de amor ao ser amado, com o despojamento que a poesia exige dos poetas que primam pela poesia honesta, longe das aventuras cada vez mais constantes na poesia brasileira hoje. O poeta Alexandre Bonafim sabe do seu ofício de escrever poemas, os poemas de sentimento, que parecem proibidos atualmente. Bonafim vai fundo nessa viagem de sonho e dedicação, o zelo pela palavra mais certa, o verso elaborado, o sentido da paixão."

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► A obra completa de Machado de Assis para download

Uma parceria entre o portal Domínio Público e o Núcleo de Pesquisa em Informática, Literatura e Linguística (Nupill), da Universidade Federal de Santa Catarina, sistematizou, revisou e disponibilizou on-line a Coleção Digital Machado de Assis, reunindo a obra completa do autor para download. Além dos romances, “Ressurreição” (1872), “A Mão e a Luva” (1874), “Helena” (1876), “Iaiá Garcia” (1878), “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (1881), “Casa Velha” (1885), “Quincas Borba” (1891), “Dom Casmurro” (1899), “Esaú e Jacó” (1904) e “Memorial de Aires” (1908),  a coleção engloba sua obra em conto, poesia, crônica, teatro, crítica e tradução. O projeto, que foi criado em 2008, também disponibiliza teses, dissertações e estudos críticos, e traz um vídeo sobre a vida do autor e sobre o contexto histórico em que ele viveu.

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► Machado de Assis - Obra completa


► Obras de Cora Coralina serão editadas em e-book


Vicência Brêtas Tahan, filha de Cora Coralina responsável pela obra da escritora goiana, anunciou nesta segunda-feira (22), no Senado, que os livros de sua mãe serão em breve editados em meio virtual. Em discurso durante sessão de homenagem aos 122 anos de nascimento de Cora Coralina, Vicência usou a expressão "e-book" para informar sobre o novo formato a abrigar os escritos da autora de Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais.

A filha de Cora não adiantou que empresas estão negociando as edições eletrônicas, mas disse considerar importante a ocupação desse novo espaço numa sociedade que dá valor crescente à tecnologia.

- Eu prefiro o papel mesmo - disse Vicência, de 80 anos, mas vá lá, são os novos tempos!

Ela também gostaria que termos como "e-book" fossem aportuguesados e advertiu que o correto seria chamar as edições em meio eletrônico de "livros virtuais".

Depois da publicação dos Poemas dos Becos de Goiás e Estórias mais, em 1965, Cora publicou, em 1976, Meu livro de Cordel. Outras obras da autora são: Estórias da Casa Velha da Ponte (contos); Meninos Verdes (infantil); O Tesouro da Casa Velha (contos); A Moeda de Ouro que o Pato Engoliu (infantil); Vintém de Cobre; e As Cocadas (infantil).

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► Livraria Saraiva disponibiliza e-books para baixar de graça

Você já deve ter visto, na rua ou no metrô, pessoas lendo em aparelhos eletrônicos. Alguns desses tablets, como o Kindle e o Sony Reader, foram criados especialmente para a leitura dos e-books.

Os e-books são livros eletrônicos que podem ser baixados pela internet. E o melhor é que muitos deles estão disponíveis de graça ou com preços mais em conta!

O site da livraria Saraiva também disponibiliza e-books gratuitos. Para ter acesso à lista dos livros para download, acesse o link abaixo. Você vai precisar fazer um cadastro no site.

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► Ebooks gratuitos da Livraria Saraiva


► Fernando Henrique confirma favoritismo e é eleito para a Academia Brasileira de Letras

Confirmando seu anunciado favoritismo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, 82, foi eleito na tarde desta quinta-feira (27) para ocupar a cadeira nº 36 da Academia Brasileira de Letras (ABL), sucedendo ao jornalista João de Scantimburgo (1915-2013), morto em março deste ano.

A eleição aconteceu na sede da ABL, no centro do Rio. Fernando Henrique teve 34 dos 39 votos possíveis, com uma abstenção. "Essa eleição é um ato de respeito da Academia Brasileira de Letras à inteligência brasileira. A grande obra de Fernando Henrique Cardoso de sociólogo e cientista dá ainda mais corpo à Academia", disse o imortal Marcos Villaça, ex-presidente da ABL, em comunicado oficial.

Terceiro presidente a integrar a Casa de Machado --após Getúlio Vargas (eleito em 1941) e José Sarney (eleito em 1980)-- o novo imortal se juntará a dois membros graduados de seu governo, o vice-presidente Marco Maciel, 72 (eleito em 2004), e o ex-Ministro das Relações Exteriores Celso Lafer, 71, eleito em 2006.
Rosiska Darcy de Oliveira, 69, a última imortal empossada (no último dia 15), também participou do governo FHC, como presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher.

(...)

 O convite para a candidatura de FHC havia sido feito por dois membros da ABL, a escritora Nélida Piñon, 75, e o senador José Sarney, 82, logo após a morte de Scantimburgo. Além de Sarney e Piñon, a campanha pela entrada de FHC inclui imortais como Marcos Vilaça, 73, ex-presidente da ABL, e Celso Lafer, 71, ex-ministro de Relações Exteriores do governo FHC e responsável por trazer a carta de candidatura.

"Depois de tantos amigos insistido comigo tantas vezes, acabei cedendo", disse o ex-presidente à Folha, no dia da confirmação de sua candidatura. "Minha reticência sempre foi a de que não sou homem de letras e não queria criar constrangimentos por ter sido presidente da República. Mas agora, passados tantos anos da presidência e mantida, se não mesmo que ampliada, a convicção de vários membros da ABL de que eu deveria juntar-me a eles, acabei por concordar."

Fernando Henrique derrotou outros dez candidatos à cadeira 36: J.R. Guedes de Oliveira, Gildasio Santos Bezerra, Jeff Thomas, Carlos Magno de Melo, Eloi Angelo Ghio, Diego Mendes Souza, Felisbelo da Silva, Alvaro Corrêa de Oliveira, José William Vavruk e Arlindo Vicentine.

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► Escritor Mia Couto ganha Prémio Camões

O vencedor do prémio literário mais importante da criação literária da língua portuguesa é o escritor moçambicano autor de livros como Raiz de Orvalho, Terra Sonâmbula e A Confissão da Leoa . É o segundo autor de Moçambique a ser distinguido, depois de José Craveirinha em 1991.

O júri justificou a distinção de Mia Couto tendo em conta a “vasta obra ficcional caracterizada pela inovação estilística e a profunda humanidade”, segundo disse à agência Lusa José Carlos Vasconcelos, um dos jurados.

A obra de Mia Couto, “inicialmente, foi muito valorizada pela criação e inovação verbal, mas tem tido uma cada vez maior solidez na estrutura narrativa e capacidade de transportar para a escrita a oralidade”, acrescentou Vasconcelos. Além disso, conseguiu “passar do local para o global”, numa produção que já conta 30 livros, que tem extravasado as suas fronteiras nacionais e tem “tido um grande reconhecimento da crítica”. Os seus livros estão, de resto, traduzidos em duas dezenas de línguas.

Do júri, que se reuniu durante a tarde desta segunda-feira no Palácio Gustavo Capanema, sede do Centro Internacional do Livro e da Biblioteca Nacional, fizeram também parte, do lado de Portugal, a professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa Clara Crabbé Rocha (filha de Miguel Torga, o primeiro galardoado com o Prémio Camões, em 1989), os brasileiros Alcir Pécora, crítico e professor da Universidade de Campinas, e Alberto da Costa e Silva, embaixador e membro da Academia Brasileira de Letras, o escritor e professor universitário moçambicano João Paulo Borges Coelho e o escritor angolano José Eduardo Agualusa.

Também em declaração à Lusa, Mia Couto disse-se "surpreendido e muito feliz" por ter sido distinguido com o 25º. Prémio Camões, num dia que, revelou, não lhe estava a correr de feição. “Recebi a notícia há meia hora, num telefonema que me fizeram do Brasil. Logo hoje, que é um daqueles dias em que a gente pensa: vou jantar, vou deitar-me e quero me apagar do mundo. De repente, apareceu esta chamada telefónica e, obviamente, fiquei muito feliz”, comentou o escritor, sem adiantar as razões.

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► Exposição comemora 130 anos do nascimento de Khalil Gibran

“Nos campos do Oriente Médio, que é um grande cemitério, está a juventude da primavera convocando os ocupantes dos sepulcros para se levantar e marchar em direção às novas fronteiras”. A frase, que poderia estar se referindo às revoltas da Primavera Árabe, iniciadas em 2011, foi escrita há mais de 50 anos pelo poeta, filósofo e artista plástico libanês Khalil Gibran. Ele teve como um dos temas a revolta contra as tradições que oprimiam o seu povo. Essa e outras facetas do artista podem ser vistas na exposição que comemora os 130 anos de seu nascimento, no Memorial da América Latina, zona oeste paulistana, até o dia 26 de junho.

Doutor em filosofia e leitor de Gibran, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, acredita que o poeta não é apenas atual, como aponta para níveis que a sociedade contemporânea ainda não conseguiu alcançar. “Ele não é só atual, eu acho que ele projeta uma convivência entre homens e mulheres de outro tipo. Ele consegue enxergar no espírito humano muito mais do que ele [espírito] foi capaz de produzir até aqui”, destacou ao participar da abertura da mostra que reúne quadros a óleo, carvão e aquarela. “Ele realmente extraiu das palavras o que a nossa essência tem de melhor. É uma pessoa que consegue desenhar quase uma utopia de convivência humana, e isso faz dele uma literatura incontornável, espiritualmente muito rica”, acrescentou Haddad.

[...]

É a primeira vez que a exposição com peças do Museu Gibran, que fica no Líbano, vem à América do Sul. “É um privilégio para o Brasil recebê-la. Então, eu acho que o público tem que aproveitar bastante e não vir só uma vez aqui, vir várias vezes para meditar junto com Khaill Gibran”, destacou a presidenta da Associação Cultural Brasil-Líbano, Lody Brais.

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► Nuno Júdice vence Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana



O poeta Nuno Júdice foi nesta quinta-feira galardoado com o XXII Prémio Reina Sofia de Poesia Ibero-Americana, atribuído pelo Património Nacional espanhol e pela Universidade de Salamanca, no valor de 42.100 euros.

O prémio reconhece o conjunto da obra poética de um autor vivo que, pelo seu valor literário, constitua uma contribuição relevante para o património cultural partilhado pela comunidade ibero-americana.

O júri considerou o poeta, ensaísta e ficcionista português como autor de uma poesia "muito elaborada, de um classicismo depurado", mas, ao mesmo tempo, com um grande compromisso com a realidade, segundo a agência EFE.

Nesta edição, o júri foi constituído por 18 personalidades ibero-americanas da área da filologia, da literatura e do ensaio literário, entre os quais José Rodriguez-Spiteri Palazuelo, presidente do Património Nacional, Daniel Hernández Ruipérez, reitor da Universidade de Salamanca, José Manuel Blecua Perdices, da Real Academia Espanhola, e Víctor García da la Concha, director do Instituto Cervantes.

À agência Lusa, Nuno Júdice afirmou que o prémio ajudará à projecção da sua obra e sublinhou que evidencia “a importância da poesia portuguesa” no contexto ibero-americano. “Vai dar projecção à minha obra, mas mais importante que isso, mostra que a poesia portuguesa continua a ter um papel importante neste contexto [ibero-americano]”, disse à Lusa o autor, que confessou estar “contentíssimo” com o galardão.

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► Teoria Literária - Parte 2: "Identificando o Poema", por Alexandre Tambelli

A Voz da Poesia prossegue com a publicação dos capítulos relacionados ao estudo sobre Teoria Literária, produzido por um dos seus mais notáveis e proficientes colaboradores, o poeta e escritor Alexandre Tambelli. Nessa segunda parte, o autor passa a distinguir o poema de outros gêneros literários, a exemplo dos textos narrativos, descrições, crônicas, orações e/ou frases soltas, prosa poética etc.

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► Teoria Literária - Parte 1: "O que é Poesia e o que é Poema?"

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► New York Times transforma notícias em poesia

Frases são um conteúdo viral que se espalha facilmente pelas redes sociais.

As grandes marcas já perceberam isso, Clarice Lispector virou “web celebrity”.

Por causa disso e, agora, o jornal americano New York Times lançou um tumblr que transforma frases de suas reportagens em haicais – haicais ou haikus (para quem não lembra) são poemas de origem japonesa compostos de três linhas; a primeira e a terceira tem 5 sílabas poéticas e a segunda 7.

A ideia do New York Times era homenagear o National Poetry Month (mês da poesia nacional), que os americanos comemoram em abril.

Para isso, o arquiteto de software Jacob Harris criou um algoritmo que busca nas notícias do Times frases com potencial para se tornarem haicais.

Essas frases são posteriormente selecionadas por jornalistas para serem publicadas no tumblr Times Haiku.

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► ABL elege Rosiska Darcy para cadeira de Ledo Ivo

A escritora Rosiska Darcy de Oliveira é a nova ocupante da cadeira 10 da Academia Brasileira de Letras (ABL), deixada vaga com a morte, em dezembro do ano passado, do poeta alagoano Ledo Ivo. Ela foi eleita na tarde de hoje (11) com 23 votos, contra seis dados ao poeta Antônio Cícero, cinco ao também poeta Marcus Accioly e quatro à historiadora Mary del Priore. Dos 38 acadêmicos, 26 votaram na sessão plenária e 12 por carta.

“A Academia está muito contente com a eleição de Rosiska Darcy de Oliveira e se sente enriquecida com o aumento de seu naipe feminino”, disse o secretário-geral entidade, Geraldo Holanda Cavalcanti, que presidiu a sessão, substituindo a presidenta da Casa, Ana Maria Machado, ausente por motivos particulares. Além da presidenta e da agora eleita Rosiska, outras três mulheres integram a ABL, as escritoras Nélida Piñon e Lygia Fagundes Telles e a professora de literatura Cleonice Berardinelli.

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► SUGESTÃO DE LEITURA


LEITURA SUGERIDA POR: Vendas Azougue

Poesia.br é uma caixa de 10 volumes de antologias de poesia brasileira, abrangendo desde cantos ameríndios até a poesia contemporânea. Os livros, que são divididos por períodos históricos (colonial, romantismo e pós-romantismo, modernismo, anos 1940-50, anos 1960, anos 1970, anos 1980, anos 1990, anos 2000 e cantos ameríndios), reúnem ao todo mais de 150 autores. A organização é de Sergio Cohn.

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► Disputa acirrada pela cadeira 10 da Academia Brasileira de Letras

RIO - A cena se tornou corriqueira. Quando a Academia Brasileira de Letras (ABL) se vê diante da triste realidade de perder um imortal, o advogado aposentado Blasco Peres Rego corre para uma agência dos Correios, em Bauru, e envia mais uma carta com sua candidatura. Assim foi em 2008, quando da morte de Zélia Gattai. Assim foi em 2011, após o falecimento de Fernando Bastos Ávila. Assim é agora, dado o óbito recente do poeta pernambucano Lêdo Ivo.

— Jamais desistirei da imortalidade — costuma dizer.

(...)

Inspirada nos moldes da Academia Francesa, a ABL foi fundada em 1897 por Machado de Assis (seu primeiro presidente) e Joaquim Nabuco (que ocupava a secretaria-geral). Sediada no Rio, então capital da República, a instituição já surgiu com 40 membros fixos — os famosos “imortais” — e 20 correspondentes estrangeiros, regra mantida até hoje. Nos 116 anos de existência, o fardão dourado foi vestido por notáveis da literatura (como Euclides da Cunha), da política (como Getúlio Vargas), do direito (como Evandro Lins e Silva) e por José Sarney, que é literato, político, advogado, mas não necessariamente um notável.

Em 2002, a academia elegeu para a cadeira número 21 o escritor Paulo Coelho — conhecido por priorizar a quantidade à qualidade dos livros vendidos. Era o prenúncio de uma abertura lenta e gradual de seus cânones centenários. Desde então, a casa passou a organizar palestras, debates, concertos de câmara, eventos em comunidades carentes. Como afirmou Ana Maria Machado numa entrevista recente, a ABL deixou de ser vista como “um grupo fechado, com 40 velhinhos tomando chá e falando de seus pares”.

Efeito colateral: passaram a pipocar os candidatos “fora do baralho”.

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► 3º Concurso Literário Pague Menos. Amor. Viva esse Espetáculo.



O Brasil vai se apaixonar pelo seu talento. Até 25 de março, estão abertas as inscrições para o 3º Concurso Literário Pague Menos, com o tema "Amor. Viva esse espetáculo".

Os escritores concorrem a prêmios em dinheiro, além da publicação na coletânea do concurso. Participe e encante o Brasil com suas palavras.

Resultado: 23 a 26 de maio
Diretamente do Encontro de Mulheres, no Centro de Eventos do Ceará

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Conheça os detalhes do 3º Concurso Literário Pague Menos:

► Premiação

► Regulamento

► Inscrições

► Contato


► Poeta Francisco Carvalho morre aos 86 anos em Fortaleza



Morreu na noite da última segunda-feira, (4), por volta das 23h30, o poeta Francisco Carvalho, integrante da Academia Cearense de Letras e autor de diversos livros. A causa da morte do escritor foi falência múltipla dos órgãos.

[...] Para Sânzio de Azevedo, que chegou a prefaciar uma das obras de Francisco Carvalho, o poeta era um dos grandes nomes da literatura cearense, ao lado de outros escritores como José Alcides Pinto e Artur Eduardo Benevides. "Francisco tinha uma maneira tão própria de dizer as coisas que nós sabíamos que o texto era de sua autoria mesmo sem a identificação", afirma.

Sânzio destaca que, mesmo com o passar dos tempos, Francisco Carvalho nunca abandonou o soneto e a arte de rimar. "Ele era um modernista no discurso, não na forma", ressalta.

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► Teoria Literária (parte 1): "O que é Poesia E o que é Poema?", por Alexandre Tambelli

A Voz da Poesia inicia a publicação periódica de capítulos relacionados ao estudo sobre Teoria Literária, produzido por um dos seus mais notáveis e proficientes colaboradores, o poeta e escritor Alexandre Tambelli. Nessa primeira parte, o autor passa a discorrer sobre a diferenciação entre poesia e poema, tema que costuma confundir ainda muitas pessoas. Na sequência, esclarece-nos sobre a distinção entre poemas clássicos e modernos, relacionando-lhes os gêneros, e por fim adentra na conceituação de elementos como o verso, a estrofe, a rima.

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► O acervo digital dos Estados Unidos vem aí

Diretor do complexo de bibliotecas da Universidade Harvard comenta o lançamento da Biblioteca Pública Digital dos EUA, em abril, que vai pôr em rede o acervo em domínio público de dezenas de bibliotecas acadêmicas. Criado como antítese do Google Books, o projeto da DPLA é financiado por recursos privados.

O iluminismo é o principal tema de estudo do historiador americano Robert Darnton, 73, autor de vários títulos sobre como a difusão do conhecimento alimentou revoluções no século 18. É de certa forma inspirado nos ideais dos enciclopedistas que Darnton comanda ele também uma revolução.

Como diretor do imenso complexo de bibliotecas da Universidade Harvard, ele encabeça a criação da DPLA (Digital Public Library of America, sigla para biblioteca pública digital americana), que a partir de abril vai reunir e compartilhar gratuitamente na internet o acervo e obras de milhares de bibliotecas e universidades do país.

A DPLA é a resposta de Darnton e da academia à violação de direitos autorais representada pelo Google Books, que lucra com os livros repassados para a rede. "Vamos fazer diferente", diz Darnton, que vê a biblioteca digital como o seu projeto mais ambicioso, algo a ser feito "por séculos".

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► O vice-presidente da República, Michel Temer, lança o seu primeiro livro de poemas e engrossa a lista dos políticos que se dedicam à atividade literária



Nos frequentes voos entre Brasília e São Paulo, o vice-presidente da República, Michel Temer, desenvolveu um hábito incomum entre os políticos: escrever versos nos guardanapos de papel, rimando amor e temas existencialistas. Uma seleção de 120 dessas obras criadas sem a gravidade das decisões palacianas pode ser conhecida agora em “Anônima Intimidade” (TopBooks), seu primeiro livro de poemas. Com a apresentação do imortal da Academia Brasileira de Letras Carlos Nejar e do ex-ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto, a obra traz homenagens aos autores preferidos de Temer, apreciador do gênero desde a infância. Também poeta, Nejar dá boas-vindas ao vice-presidente, “jurisconsulto do verso”, ao que chama de “república do poema”. Sem grande preocupação com a métrica, a produção lírica de Temer foi assim avaliada do ponto de vista técnico pelo professor Alexandre Pilati, titular do departamento de Teoria Literária e Literaturas da Universidade de Brasília (UnB): “Seu conceito para escrever é o simples revelar, o amor não é um problema, nem uma redenção; o passado é um mero lembrar, a saudade não dilacera.”

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► Michel Temer abre “intimidade” em livro de poesias


► Coleção doada por José Mindlin à USP é transferida ao prédio definitivo

A maior coleção brasiliana pertencente a uma universidade chegou ao seu destino. Na semana passada, foram transferidos ao seu prédio definitivo os cerca de 32 mil títulos - ou aproximadamente 60 mil volumes - da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin.

Agora, o ainda inacabado edifício de 21.950 m² (quase dois campos de futebol), projetado por Eduardo de Almeida e Rodrigo Mindlin Loeb e que, desde 2006, consumiu cerca de R$ 130 milhões, contém o acervo doado pelo bibliófilo.

Os livros, manuscritos, mapas, periódicos e imagens que agora estão no campus Butantã da USP (Universidade de São Paulo), ficavam antes em uma residência da família no Brooklin, zona sul da capital.

Comumente associado a esta notável coleção, o termo "brasiliana" não lhe é exclusivo. Aplica-se aos conjuntos de livros, gravuras, pinturas ou cartões-postais sobre o Brasil, de autores brasileiros ou impressos no país.

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