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Teoria Literária - Parte 2
"Identificando o Poema",
por Alexandre Tambelli
Radio A Voz da poesia

*** A Voz da Poesia já cadastrou 10.365 obras de 151 poetas. Adicionado: HENRIQUETA LISBOA ***


► Nuno Júdice vence Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana



O poeta Nuno Júdice foi nesta quinta-feira galardoado com o XXII Prémio Reina Sofia de Poesia Ibero-Americana, atribuído pelo Património Nacional espanhol e pela Universidade de Salamanca, no valor de 42.100 euros.

O prémio reconhece o conjunto da obra poética de um autor vivo que, pelo seu valor literário, constitua uma contribuição relevante para o património cultural partilhado pela comunidade ibero-americana.

O júri considerou o poeta, ensaísta e ficcionista português como autor de uma poesia "muito elaborada, de um classicismo depurado", mas, ao mesmo tempo, com um grande compromisso com a realidade, segundo a agência EFE.

Nesta edição, o júri foi constituído por 18 personalidades ibero-americanas da área da filologia, da literatura e do ensaio literário, entre os quais José Rodriguez-Spiteri Palazuelo, presidente do Património Nacional, Daniel Hernández Ruipérez, reitor da Universidade de Salamanca, José Manuel Blecua Perdices, da Real Academia Espanhola, e Víctor García da la Concha, director do Instituto Cervantes.

À agência Lusa, Nuno Júdice afirmou que o prémio ajudará à projecção da sua obra e sublinhou que evidencia “a importância da poesia portuguesa” no contexto ibero-americano. “Vai dar projecção à minha obra, mas mais importante que isso, mostra que a poesia portuguesa continua a ter um papel importante neste contexto [ibero-americano]”, disse à Lusa o autor, que confessou estar “contentíssimo” com o galardão.

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► New York Times transforma notícias em poesia

Frases são um conteúdo viral que se espalha facilmente pelas redes sociais.

As grandes marcas já perceberam isso, Clarice Lispector virou “web celebrity”.

Por causa disso e, agora, o jornal americano New York Times lançou um tumblr que transforma frases de suas reportagens em haicais – haicais ou haikus (para quem não lembra) são poemas de origem japonesa compostos de três linhas; a primeira e a terceira tem 5 sílabas poéticas e a segunda 7.

A ideia do New York Times era homenagear o National Poetry Month (mês da poesia nacional), que os americanos comemoram em abril.

Para isso, o arquiteto de software Jacob Harris criou um algoritmo que busca nas notícias do Times frases com potencial para se tornarem haicais.

Essas frases são posteriormente selecionadas por jornalistas para serem publicadas no tumblr Times Haiku.

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► Teoria Literária - Parte 2: "Identificando o Poema", por Alexandre Tambelli

A Voz da Poesia prossegue com a publicação dos capítulos relacionados ao estudo sobre Teoria Literária, produzido por um dos seus mais notáveis e proficientes colaboradores, o poeta e escritor Alexandre Tambelli. Nessa segunda parte, o autor passa a distinguir o poema de outros gêneros literários, a exemplo dos textos narrativos, descrições, crônicas, orações e/ou frases soltas, prosa poética etc.

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► Teoria Literária - Parte 1: "O que é Poesia e o que é Poema?"

► Conheça a página do poeta na Voz da Poesia

► Acesse o tópico criado a partir do fórum com o objetivo de abrir canal para que os frequentadores do site possam fazer comentários ao artigo, inclusive levando suas dúvidas e sugestões ao autor.



► NOVO!

Adicionado à galeria de poetas:
HENRIQUETA LISBOA

Henriqueta Lisboa

Conheça um pouco da poeta e de sua obra, clicando no link desta notícia.



► Exposição comemora 130 anos do nascimento de Khalil Gibran

“Nos campos do Oriente Médio, que é um grande cemitério, está a juventude da primavera convocando os ocupantes dos sepulcros para se levantar e marchar em direção às novas fronteiras”. A frase, que poderia estar se referindo às revoltas da Primavera Árabe, iniciadas em 2011, foi escrita há mais de 50 anos pelo poeta, filósofo e artista plástico libanês Khalil Gibran. Ele teve como um dos temas a revolta contra as tradições que oprimiam o seu povo. Essa e outras facetas do artista podem ser vistas na exposição que comemora os 130 anos de seu nascimento, no Memorial da América Latina, zona oeste paulistana, até o dia 26 de junho.

Doutor em filosofia e leitor de Gibran, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, acredita que o poeta não é apenas atual, como aponta para níveis que a sociedade contemporânea ainda não conseguiu alcançar. “Ele não é só atual, eu acho que ele projeta uma convivência entre homens e mulheres de outro tipo. Ele consegue enxergar no espírito humano muito mais do que ele [espírito] foi capaz de produzir até aqui”, destacou ao participar da abertura da mostra que reúne quadros a óleo, carvão e aquarela. “Ele realmente extraiu das palavras o que a nossa essência tem de melhor. É uma pessoa que consegue desenhar quase uma utopia de convivência humana, e isso faz dele uma literatura incontornável, espiritualmente muito rica”, acrescentou Haddad.

[...]

É a primeira vez que a exposição com peças do Museu Gibran, que fica no Líbano, vem à América do Sul. “É um privilégio para o Brasil recebê-la. Então, eu acho que o público tem que aproveitar bastante e não vir só uma vez aqui, vir várias vezes para meditar junto com Khaill Gibran”, destacou a presidenta da Associação Cultural Brasil-Líbano, Lody Brais.

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► Aniversariantes de maio



Feliz aniversário aos poetas e escritores do mês de maio. Parabéns!

Abade de Jazente
Ascenso Ferreira
Fernando Pinto do Amaral
Alexandre Tambelli
Mário de Sá-Carneiro
J. G. de Araujo Jorge
Maria Teresa Horta
Paulo Peres
Tereza-da-praia
Luís Carlos Mordegane
Alfosina Storni

Acesse esta notícia para conhecer as respectivas datas de aniversário, e visite a página de cada um deles no site A Voz da Poesia, clicando no nome do poeta na próxima visualização.



COMENTÁRIOS DOS VISITANTES


NOTÍCIAS PASSADAS

► ABL elege Rosiska Darcy para cadeira de Ledo Ivo

A escritora Rosiska Darcy de Oliveira é a nova ocupante da cadeira 10 da Academia Brasileira de Letras (ABL), deixada vaga com a morte, em dezembro do ano passado, do poeta alagoano Ledo Ivo. Ela foi eleita na tarde de hoje (11) com 23 votos, contra seis dados ao poeta Antônio Cícero, cinco ao também poeta Marcus Accioly e quatro à historiadora Mary del Priore. Dos 38 acadêmicos, 26 votaram na sessão plenária e 12 por carta.

“A Academia está muito contente com a eleição de Rosiska Darcy de Oliveira e se sente enriquecida com o aumento de seu naipe feminino”, disse o secretário-geral entidade, Geraldo Holanda Cavalcanti, que presidiu a sessão, substituindo a presidenta da Casa, Ana Maria Machado, ausente por motivos particulares. Além da presidenta e da agora eleita Rosiska, outras três mulheres integram a ABL, as escritoras Nélida Piñon e Lygia Fagundes Telles e a professora de literatura Cleonice Berardinelli.

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► SUGESTÃO DE LEITURA


LEITURA SUGERIDA POR: Vendas Azougue

Poesia.br é uma caixa de 10 volumes de antologias de poesia brasileira, abrangendo desde cantos ameríndios até a poesia contemporânea. Os livros, que são divididos por períodos históricos (colonial, romantismo e pós-romantismo, modernismo, anos 1940-50, anos 1960, anos 1970, anos 1980, anos 1990, anos 2000 e cantos ameríndios), reúnem ao todo mais de 150 autores. A organização é de Sergio Cohn.

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► Disputa acirrada pela cadeira 10 da Academia Brasileira de Letras

RIO - A cena se tornou corriqueira. Quando a Academia Brasileira de Letras (ABL) se vê diante da triste realidade de perder um imortal, o advogado aposentado Blasco Peres Rego corre para uma agência dos Correios, em Bauru, e envia mais uma carta com sua candidatura. Assim foi em 2008, quando da morte de Zélia Gattai. Assim foi em 2011, após o falecimento de Fernando Bastos Ávila. Assim é agora, dado o óbito recente do poeta pernambucano Lêdo Ivo.

— Jamais desistirei da imortalidade — costuma dizer.

(...)

Inspirada nos moldes da Academia Francesa, a ABL foi fundada em 1897 por Machado de Assis (seu primeiro presidente) e Joaquim Nabuco (que ocupava a secretaria-geral). Sediada no Rio, então capital da República, a instituição já surgiu com 40 membros fixos — os famosos “imortais” — e 20 correspondentes estrangeiros, regra mantida até hoje. Nos 116 anos de existência, o fardão dourado foi vestido por notáveis da literatura (como Euclides da Cunha), da política (como Getúlio Vargas), do direito (como Evandro Lins e Silva) e por José Sarney, que é literato, político, advogado, mas não necessariamente um notável.

Em 2002, a academia elegeu para a cadeira número 21 o escritor Paulo Coelho — conhecido por priorizar a quantidade à qualidade dos livros vendidos. Era o prenúncio de uma abertura lenta e gradual de seus cânones centenários. Desde então, a casa passou a organizar palestras, debates, concertos de câmara, eventos em comunidades carentes. Como afirmou Ana Maria Machado numa entrevista recente, a ABL deixou de ser vista como “um grupo fechado, com 40 velhinhos tomando chá e falando de seus pares”.

Efeito colateral: passaram a pipocar os candidatos “fora do baralho”.

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► 3º Concurso Literário Pague Menos. Amor. Viva esse Espetáculo.



O Brasil vai se apaixonar pelo seu talento. Até 25 de março, estão abertas as inscrições para o 3º Concurso Literário Pague Menos, com o tema "Amor. Viva esse espetáculo".

Os escritores concorrem a prêmios em dinheiro, além da publicação na coletânea do concurso. Participe e encante o Brasil com suas palavras.

Resultado: 23 a 26 de maio
Diretamente do Encontro de Mulheres, no Centro de Eventos do Ceará

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Conheça os detalhes do 3º Concurso Literário Pague Menos:

► Premiação

► Regulamento

► Inscrições

► Contato


► Poeta Francisco Carvalho morre aos 86 anos em Fortaleza



Morreu na noite da última segunda-feira, (4), por volta das 23h30, o poeta Francisco Carvalho, integrante da Academia Cearense de Letras e autor de diversos livros. A causa da morte do escritor foi falência múltipla dos órgãos.

[...] Para Sânzio de Azevedo, que chegou a prefaciar uma das obras de Francisco Carvalho, o poeta era um dos grandes nomes da literatura cearense, ao lado de outros escritores como José Alcides Pinto e Artur Eduardo Benevides. "Francisco tinha uma maneira tão própria de dizer as coisas que nós sabíamos que o texto era de sua autoria mesmo sem a identificação", afirma.

Sânzio destaca que, mesmo com o passar dos tempos, Francisco Carvalho nunca abandonou o soneto e a arte de rimar. "Ele era um modernista no discurso, não na forma", ressalta.

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► Teoria Literária (parte 1): "O que é Poesia E o que é Poema?", por Alexandre Tambelli

A Voz da Poesia inicia a publicação periódica de capítulos relacionados ao estudo sobre Teoria Literária, produzido por um dos seus mais notáveis e proficientes colaboradores, o poeta e escritor Alexandre Tambelli. Nessa primeira parte, o autor passa a discorrer sobre a diferenciação entre poesia e poema, tema que costuma confundir ainda muitas pessoas. Na sequência, esclarece-nos sobre a distinção entre poemas clássicos e modernos, relacionando-lhes os gêneros, e por fim adentra na conceituação de elementos como o verso, a estrofe, a rima.

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► Conheça a página do poeta na Voz da Poesia

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► O acervo digital dos Estados Unidos vem aí

Diretor do complexo de bibliotecas da Universidade Harvard comenta o lançamento da Biblioteca Pública Digital dos EUA, em abril, que vai pôr em rede o acervo em domínio público de dezenas de bibliotecas acadêmicas. Criado como antítese do Google Books, o projeto da DPLA é financiado por recursos privados.

O iluminismo é o principal tema de estudo do historiador americano Robert Darnton, 73, autor de vários títulos sobre como a difusão do conhecimento alimentou revoluções no século 18. É de certa forma inspirado nos ideais dos enciclopedistas que Darnton comanda ele também uma revolução.

Como diretor do imenso complexo de bibliotecas da Universidade Harvard, ele encabeça a criação da DPLA (Digital Public Library of America, sigla para biblioteca pública digital americana), que a partir de abril vai reunir e compartilhar gratuitamente na internet o acervo e obras de milhares de bibliotecas e universidades do país.

A DPLA é a resposta de Darnton e da academia à violação de direitos autorais representada pelo Google Books, que lucra com os livros repassados para a rede. "Vamos fazer diferente", diz Darnton, que vê a biblioteca digital como o seu projeto mais ambicioso, algo a ser feito "por séculos".

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► O vice-presidente da República, Michel Temer, lança o seu primeiro livro de poemas e engrossa a lista dos políticos que se dedicam à atividade literária



Nos frequentes voos entre Brasília e São Paulo, o vice-presidente da República, Michel Temer, desenvolveu um hábito incomum entre os políticos: escrever versos nos guardanapos de papel, rimando amor e temas existencialistas. Uma seleção de 120 dessas obras criadas sem a gravidade das decisões palacianas pode ser conhecida agora em “Anônima Intimidade” (TopBooks), seu primeiro livro de poemas. Com a apresentação do imortal da Academia Brasileira de Letras Carlos Nejar e do ex-ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto, a obra traz homenagens aos autores preferidos de Temer, apreciador do gênero desde a infância. Também poeta, Nejar dá boas-vindas ao vice-presidente, “jurisconsulto do verso”, ao que chama de “república do poema”. Sem grande preocupação com a métrica, a produção lírica de Temer foi assim avaliada do ponto de vista técnico pelo professor Alexandre Pilati, titular do departamento de Teoria Literária e Literaturas da Universidade de Brasília (UnB): “Seu conceito para escrever é o simples revelar, o amor não é um problema, nem uma redenção; o passado é um mero lembrar, a saudade não dilacera.”

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► Michel Temer abre “intimidade” em livro de poesias


► Coleção doada por José Mindlin à USP é transferida ao prédio definitivo

A maior coleção brasiliana pertencente a uma universidade chegou ao seu destino. Na semana passada, foram transferidos ao seu prédio definitivo os cerca de 32 mil títulos - ou aproximadamente 60 mil volumes - da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin.

Agora, o ainda inacabado edifício de 21.950 m² (quase dois campos de futebol), projetado por Eduardo de Almeida e Rodrigo Mindlin Loeb e que, desde 2006, consumiu cerca de R$ 130 milhões, contém o acervo doado pelo bibliófilo.

Os livros, manuscritos, mapas, periódicos e imagens que agora estão no campus Butantã da USP (Universidade de São Paulo), ficavam antes em uma residência da família no Brooklin, zona sul da capital.

Comumente associado a esta notável coleção, o termo "brasiliana" não lhe é exclusivo. Aplica-se aos conjuntos de livros, gravuras, pinturas ou cartões-postais sobre o Brasil, de autores brasileiros ou impressos no país.

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► MEMÓRIA: 23 de setembro de 1973: Pablo Neruda morre em Santiago, no Chile

Pablo Neruda, o homem que gostava de ser chamado de “poeta de utilidade pública”

Pablo Neruda

Neruda morreu em 23 de setembro de 1973, 12 dias depois do golpe do Estado comandado pelo então presidente Augusto Pinochet.

Ex-motorista de Neruda disse que viu o poeta receber uma injeção suspeita e que em poucas horas o estado de saúde dele piorou.

Depois da exumação dos restos mortais do ex-presidente Salvador Allende (1970-1973) para apurações sobre a causa de sua morte, a Justiça do Chile determinou a abertura de investigações sobre a morte do poeta.

Saiba mais clicando no título da notícia.


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► Escritor espanhol tenta desvendar mistérios da morte de Pablo Neruda em livro

Nova atualização sobre o caso, em 08.02.2013:

► Juiz chileno ordena exumação dos restos mortais do poeta Pablo Neruda

► Justiça chilena ordena exumação de restos do poeta Pablo Neruda


► União da Ilha convida Vinicius de Moraes para o samba



Enredo dialoga com a vida e obra do poetinha e ainda dos 60 anos da escola no Carnaval de 2013

Ele comemoraria 100 anos em 2013. Vinicius de Moraes foi cantor, compositor, crítico, diplomata, poeta, dramaturgo, jornalista. Passeou pelo samba e pela bossa nova. Foi múltiplo e apaixonado, e assim será retratado no enredo da União da Ilha deste ano. "Vinícius no Plural. Paixão, Poesia e Carnaval" falará da vida e obra do poetinha, como o amigo Tom Jobim o chamava. A escola, que será a quarta a se apresentar no domingo de Carnaval (10), também falará da região onde ele viveu, a própria Ilha do Governador.

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► FALSA ATRIBUIÇÃO DE AUTORIA NA INTERNET: Se não houver frutos valeu a beleza das flores NÃO É de Henfil

Henfil cita no seu livro “Diretas Já!” (Ed. Record, 1984), à pag 63:

Um dia em Jundiaí um puro, ao ouvir meu OPTEI pela organização do povo, me deu os seguintes versos, que passo adiante. Para ser lido dia 22 de novembro de 1982:

Se não houver frutos
Valeu a beleza das flores
Se não houver flores
Valeu a sombra das folhas
Se não houver folhas
Valeu a intenção da semente.

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► Saraus e Serestas na sala A VOZ DA POESIA


Encontro virtual marcado para quem gosta de poesia, violão e boa música.

Acessando a ferramenta de bate-papo do PALTALK que hospeda, dentre outras, a comunidade "A VOZ DA POESIA", você terá a chance de acompanhar nossos Saraus ao Vivo. Mas o microfone também está à disposição daqueles que gostam apenas de conversar e cantar. Venha soltar sua voz e participar de Serestas com ótimos violonistas de todo o país. Visite esse espaço virtual aconchegante, no qual você se sentirá como quem foi à esquina e se integrou a uma roda de amigos, compartilhando dos seus melhores gostos musicais. Tenha essa experiência única, agradabilíssima, sem sair de casa.

Para participar é fácil, basta seguir nossas orientações sobre a instalação e uso do programa PALTALK, logo abaixo.

Nota: Informamos que os dias de funcionamento são as quartas e sábados no período noturno. Ultimamente, porém, a sala não tem sido aberta por motivos superiores. Agradecemos a compreensão de todos e esperamos normalizar essa situação em breve, a depender da disponibilidade dos nossos coordenadores. Enquanto isso, não deixe de curtir a nossa página no facebook, bem como participar do grupo de discussão lá criado.

Para mais informações, clique nos seguintes links:

► PALTALK - Localizando a sala A VOZ DA POESIA

► PALTALK - Manual de Download e Instalação (completo)

► PALTALK - Manual de Uso (completo)

► QUADRO DE AVISOS - Receba avisos por email sobre a abertura da sala A VOZ DA POESIA

► Grupo A VOZ DA POESIA no Facebook

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► POR ONDE A VOZ ECOA

Em 28/12/2012:

O site A VOZ DA POESIA, como forma de agradecimento, mantém uma página especial na qual registra todas as referências e citações que lhe são feitas em fontes externas. Clique nesta notícia e descubra agora mesmo "Por onde a Voz ecoa" (opção também existente na barra de menu do rodapé).


► Ler poesia é mais útil para o cérebro que livros de autoajuda, dizem cientistas

Ler autores clássicos, como Shakespeare, William Wordsworth e T.S. Eliot, estimula a mente e a poesia pode ser mais eficaz em tratamentos do que os livros de autoajuda, segundo um estudo da Universidade de Liverpool publicado nesta terça-feira (15). [...]

Os especialistas descobriram que a poesia "é mais útil que os livros de autoajuda", já que afeta o lado direito do cérebro, onde são armazenadas as lembranças autobiográficas, e ajuda a refletir sobre eles e entendê-los desde outra perspectiva.

"A poesia não é só uma questão de estilo. A descrição profunda de experiências acrescenta elementos emocionais e biográficos ao conhecimento cognitivo que já possuímos de nossas lembranças", explica o professor David, encarregado de apresentar o estudo.

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► Vigência obrigatória de acordo ortográfico será adiada

O senador Cyro Miranda (PSDB-GO) disse nesta quarta-feira, 4, que o novo acordo ortográfico da língua portuguesa deverá ter vigência obrigatória só a partir de 31 de dezembro de 2015.

O acordo, assinado em 2008 por sete países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, e que pretende simplificar as regras ortográficas e aumentar o prestígio social da língua no cenário internacional, valeria a partir de 1º de janeiro de 2013 no Brasil. No entanto, de acordo com Cyro Miranda, a presidente Dilma Rousseff  declarou que vai emitir um decreto adiando a data.

O senador diz que havia entrado com uma proposta de resolução para o adiamento, mas que a presidenta a dispensou, já que o processo de aprovação desse tipo de norma é mais demorado.

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► A utilidade dos versos

Vivendo boa fase, embora ainda menos popular do que os demais gêneros, a poesia amplia seu espaço no mercado e assume até o papel de escape do mundo mais materialista

Existem livros que parecem ser mais comentados do que lidos. É o caso, por exemplo, de Ulisses, romance do escritor irlandês James Joyce. Publicada em 1922, a obra revolucionou a literatura do século passado, sendo até hoje referência para diversos autores. Sua importância e seu impacto o alçaram ao status de mito, e é comum ver pessoas referindo-se a ele mesmo sem conhecê-lo plenamente. A poesia, se fosse um livro apenas, poderia ser comparada ao efeito de Ulisses. Embora esteja presente há milênios em todos os lugares, não é novidade alguma para quem transita no meio editorial – ou mesmo para quem o acompanha à distância – que o gênero é pouco vendido e colocado de lado por editores e livreiros. De acordo com a terceira edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro em 2011 e cujos resultados foram divulgados em março deste ano, a poesia está em sétimo lugar no ranking de preferência dos leitores.

Mas é também neste ano que tal gênero parece respirar novos e bons ares, tanto de popularidade como de recepção dentro das editoras, que não só iniciaram o processo de reedição das obras de nomes clássicos, como Carlos Drummond de Andrade, Manuel Bandeira, Cecília Meireles e Mario Quintana, como aumentaram suas apostas em autores contemporâneos já conhecidos, como Fabrício Corsaletti, Paulo Henriques Britto, Ana Martins Marques e Antonio Cicero.

Mas por que a poesia, que aparentemente é tão popular, é menos lida do que o romance e até mesmo do que o conto, gêneros que, teoricamente, exigem mais tempo do leitor? O crítico e poeta Antonio Brasileiro, que recentemente teve reeditado o seu volume de ensaios Da inutilidade da poesia e publicou a coletânea de poemas Desta varanda, diz que, “de modo geral, romances são mais fáceis de ler. Mas o que penso é que os verdadeiros poetas são bem poucos. E o que acontece? Uma grande quantidade de pessoas publica poesia sem ter uma real vocação. Essas pessoas julgam erroneamente a poesia, embora sejam, muitas delas, bem intencionadas. Daí a quantidade de livros que, na verdade, não são poesia – e, desse modo, não conseguem atrair os leitores. E aí vai todo mundo pro brejo, bons e maus poetas são desprezados”.

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► Escritor Lêdo Ivo passa mal em restaurante e falece na Espanha

Poeta que se destacou na literatura foi vítima de infarto, segundo a ABL. Corpo do escritor será cremado e cinzas trazidas para o Rio de Janeiro.

A literatura alagoana e a brasileira estão de luto. Morreu, na madrugada deste domingo (23), em Sevilha, na Espanha, vítima de infarto, o escritor alagoano Lêdo Ivo, de 88 anos.

Segundo informações de familiares, o jornalista passou mal quando almoçava num restaurante, ele seguiu até o hotel onde recebeu atendimento médico, mas acabou falecendo antes mesmo de ser encaminhado ao hospital da cidade.

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► Tradutor brasileiro ganha a maior condecoração do governo russo



O professor e tradutor Paulo Bezerra, de 72 anos, ganhou a Medalha Puchkin, a maior condecoração do governo da Rússia na área da cultura, por divulgar a literatura russa no exterior.

Ele é um dos principais tradutores da literatura russa no Brasil e já verteu para o português 44 livros, entre crítica literária, ensaios, ficção e clássicos como Crime e Castigo e Os Irmãos Karamazov, de Fiodor Dostoiévski.

Ao ser informado da atribuição da Medalha Puchkin, o professor e tradutor Paulo Bezerra demonstrou entusiasmo. "É uma grande honra para mim receber esse prêmio. Ele é um reconhecimento de toda a minha carreira. No Brasil, apenas Boris Schnaidermann (também tradutor) havia ganhado a Medalha Puchkin anteriormente."

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► Em visita ao país, o escritor moçambicano Mia Couto fala sobre a literatura nos países africanos e a influência do Brasil

Mia Couto
O escritor moçambicano Mia Couto foi o centro do Roda Viva no dia 5 de novembro. Ele veio ao Brasil para participar do Sarau da Cooperifa e passou pelo programa para falar sobre a literatura nos países de seu continente de origem.

Mia tem forte ligação com o Brasil: hoje ocupa uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. O Brasil e a França são os países em que suas obras mais fazem sucesso, mas o autor ressalta que em Moçambique também tem aceitação do público leitor. “É um país pequeno, o livro circula pouco. Eu sou o escritor mais publicado; mais lido”.

Mesmo com a diversidade de línguas existentes no país, o escritor escolheu o português, que segundo ele vem crescendo. “40% já falam português. É uma língua minoritária, mas a mais falada. Há mais de 25 línguas em Moçambique, eu só consigo falar duas delas”.

Mas Mia Couto conta que não é o único escritor a optar por escrever em português. “Não conheço um escritor em Moçambique que não escreve em português. Conheço dois casos de autores que tentaram, mas não tiveram sucesso”.

Atualmente ele é comparado a escritores como Gabriel Garcia Márquez, Guimarães Rosa e Jorge Amado – por sinal, seu influenciador: “O Brasil não sabe o quanto Jorge Amado foi importante para nós”. Segundo o autor, a literatura brasileira influenciou um momento de ruptura na literatura de Moçambique.

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